Esta é uma história longa, mas que vale a pena ler. É uma pequena visão do quanto este jogo pode fazer, e do que você é capaz de atingir dentro dele. Uma longa história real para fazer qualquer um se candidatar a pirata para navegar pelos 7 mares.
Os Buckaneers estavam navegando em Puerto Rico em uma bela tarde de primavera. O sol estava forte, as gaivotas voando e tudo mais estava ótimo.
"Parem a manivela, temos um gaiato.” Todos a bombordo. ""hora de pilhar algum navio, peguem as armas e carreguem de pólvora". As ordens do capitão eram seguidas com precisão estratégica como as de um general do exército, e o canhão estava em posição. "FOGO!" ele bravejou, e então um estrondo cortou os céus quando as armas dispararam suas gigantescas bolas de canhão contra a frota inimiga. Houve um som muito alto de madeira quebrando e uma explosão partiu o outro barco ao meio. O navio foi quebrado com uma só investida de tiros, enquanto o outro lado da frota estava se preparando para atirar em nós. "RECARREGUEM TODAS AS ARMAS, PREPARAR PARA O IMPACTO". Os tripulantes estavam ocupados recarregando os canhões com algumas das bolas que escapavam e acabavam quebrando uma ou outra parte do deck inferior.
O barco se preparou para uma nova rodada no outro barco que estava se aproximando. "Canhões prontos, Capitão!" gritou um tripulante que supervisionava os canhões. "Todos os canhões, disparar à vontade!! Vamos afundar este saco de excremento! "Mais explosões cortavam o céu até o navio inimigo, que começava a afundar. Os homens pulavam e festejam quando a frota foi destruída. O capitão deu a ordem de avançar sobre as remanescências do barco e seus pertences. Foi um belo saque, alguns canhões sobreviveram a carnificina e um grande estoque de bolas de canhões foi encontrado. A frota
estava carregando também um monte de produtos e perecíveis em seu porão, que foi duramente tirado do oceano. Subitamente, outro grito evacuou até a proa... Outra frota estava se aproximando, e esta tinha velas negras.
"Navio de batalha às 10 horas capitão!!! O que faremos?? A voz do garoto estava cheia de medo e arrepios. Era outro pirata, daqueles que destruíam tudo o que encontrava. E os Buckaneers eram a bola da vez. os Black Guns estavam se aproximando. "HOMENS PARA AS VELAS! NÓS PRECISAMOS ZARPAR,
AGORA!!! DIREÇÃO: VOLTAR AO HAITI PARA ESCAPAR DESTA MONSTRUOSIDADE!". As ordens do capitão atravessaram o navio e foram entendidas por toda a frota, que mal tinha trocado de diração antes dos inimigos chegarem até eles. Podia-se contar três barcos na frota inimiga, e o capitão podia ser visto vomitando ordens para os seus soldados da morte. Pela primeira vez na sua vida, o Capitão Grey começou a sentir o toque da morte se aproximar na sua vasta carreira de pirataria. Esta batalha certamente não seria do seu jeito, nem terminaria como ele desejava.
Mandando um pássaro mensageiro de volta ao Haiti,ele convocou reforços do seu melhor amigo e grande aliado, Lexbell. Ele tem uma frota própria e muito mais forte. A mensagem que voltou era boa: ele esta va justamente por aquela região e Grey apenas precisava aguentar a pressão até que ele chegasse. Grey lutou valentemente, e afundou um dos navios inimigos. Mas até Lexbell chegar, tudo o que havia sobre o oceano eram pedaços de navio destruídos, e era da frota dos Buckaneers, que havia sido aniquilada. A ira de Lexbell estava além da compreensão. Grey era seu melhor amigo, e não havia razão para ele morrer assim. "Capitão Lex! Capitão Lex! Nós achamos um sobrevivente! Ele está sobre os destroços no mar, o que devemos fazer?". Lexbell estava renovado de esperanças por causa da nova descoberta. "Tragam-o para cima, eu quero falar com ele!" O homem em farrapos foi trazido à bordo e jogado no deck, aos pés de Lexbell. Levante-se, seu medíocre". O homem levantou-se e olhou direto nos olhos do capitão. "Grey?" perguntou Lexbell. "Grey! Deus é bondoso, que bom que é você! Me desculpe por ter chego atrasado, o vento não estava a nosso favor.... aonde está a frota inimiga?
Ao saber que a batalha já havia passado e que seu amigo ficou em maus lençóis pela demora, Lexbell deu a ordem de reconhecimento total da área para caçar os Black Guns. Assim como Grey fez antes, ele mandou um pedido de ajuda para a aliança na qual ele estava: Os mosqueteiros. E ao tempo que a mensagem chegou com resposta, metade dos mosqueteiros estavam em Puerto Rico vasculhando os mares atrás dos Black Guns. Lexbell achou-os primeiro, depois de quatro longas horas de procura. "Homens para as armas, preparem-se para atirar, nós vamos ensinar a estes marujos uma ou duas coisas sobre o que é mexer com os mosqueteiros. Vamos apenas rezar a Deus para que a ajuda chegue logo", proclamou.
O navio real, frota de Lexbell, estava em aproximação silenciosa dos encouraçados de guerra inimigos, estratégicamente por trás. Ele esperava ganhar o elemento surpresa. Equipado com um encouraçado com 4 pequenos canhões, que estavam carregados e preparados com todo o armamento possível, Lex deu a ordem: "É hora de testar estas belezas". A tripulação estava tensa; poderiam eles derrubar dois encouraçados? Apenas o tempo poderia responder esta pergunta. Eles estavam a apenas 400 metros de distância, quando um berro cortou o silêncio da viagem. É uma armadilha, os inimigos já tinham visto a frota de Lexbell há muito tempo, e prepararam um pequeno truque para recebê-los.
Aproximadamente 20 escotilhas se abriram na traseira do encouraçado. De lá saíram vários canhões gigantescos, dignos da marinha. Mas Lexbell não se amedrontou por isso."Rápido, força máxima no velame!! Manobrem em círculo para uma distância diagonal, para que possamos ter um ângulo da traseira e os lados!!! Nós somos mais rápidos que eles e vamos usar disso! VENHAM MOÇAS" foram as palavras encorajadoras do capitão, e funcionou tão bem como nunca. Os tripulantes trabalharam entusiasmado, e decididos a sair desta batalha com vida. Quando a frota de Lexbell deu a volta, os navios inimigos
dispararam pesadas bolas de canhão negras que rasgaram o céu com fogo e luz. Os homens daquele alvo nunca teriam chance.
Enquanto isso, no deck, Grey acordou do seu estado de inconsciência. Confuso por todo aquele barulho, subiu para ver o que estava acontecendo. A um metro da onde ele estava, uma bola de canhão atravessou o barco e esmagou o mastro principal da embarcação. "Grey! Afaste-se daí ou você será
esmagado pelos destroços!! Venha até aqui e se faça um pouco de útil, seu monte de estrume" Lexbell gritou por trás dos destroços da proa. A troca de tiros era intensa, e a tripulação estava firme e forte, altamente disciplinada, trabalhando com uma força efetiva, como nunca havia sido vista antes. A visão destes homens trabalhando e dispostos a morrer por uma causa única emocionou Grey, que nesta altura não tinha mais um homem sequer para lutar ao seu lado. "O que eu posso fazer para ajudar, Lex? Me dê algo que exploda." bravejou Grey, que queria danificar a frota inimiga o máximo possível pelo que ele fez com os Buckaneers. "Você sabe atirar com um mosquete?" Perguntou Lex. Aquela pergunta impressionou Greg, que respondeu afirmativamente, mas intrigado com a pergunta de Lexbell. "Quero que você atire nos piratas que estão operando aqueles canhões, reduzindo o poder de fogo. Você ajudará assim a minha frota e terá vingança da sua, se você estiver disposto".
Sim, Greg estava mais do que disposto a bancar o sniper. "Aonde está a arma e as munições? Rápido", gritou Greg, em meio aos estrondos quase ensurdecedores. "Na minha cabine, eu tenho um mosquete. É extremamente eficiente com a mira, e pode ser útil." Na cabine de Lexbell, dentro de uma caixa de couro muito bem cuidada, havia o mais belo mosquete forjado que poderia ser visto. Grey o empunhou e carregou com uma leva de balas banhadas de muita pólvora, cuidadosamente. Ao se posicionar, derrubou vários atiradores inimigos com olhos de águia, e se vangloriu em um urro solitário do que tinha feito. Este era o momento de vinganca de Grey. Ele procurou fazer uma mira perfeita, segurou sua respiração por um instante... e... BOOM! Um canhão explodiu, levando consigo alguns piratas ao oceano, junto com parte do navio, com o tiro certeiro dado na munição dos canhões. Um dos piratas inimigos olhou aterrrizado para o estrago, que estava se transformando em um fogo que consumiria todo o navio. Grey sorriu e pulou de alegria ao olhar para o que ele tinha feito. Ele destruiu um encouraçado inteiro apenas com um mosquete.
Agora, o navio real concentrava seus esforços no único navio inimigo que sobrara, que por acaso era o
principal navio, que carregava a bandeira dos Black Guns e abrigava seu capitão, Alex73. Ele era um velho e louco capitão com uma perna de madeira e um olho de vidro, e Grey poderia ter o prazer de executá-lo.
Naquele momento, cobertos pela fumaça que poderia ser vista há milhas de metros de distância, um número expressivo de mosqueteiros começou a apontar para a posição de Black Guns. Alex73 percebeu, e deu suas ordens de defesa, que eram de retirada. Atingido por alguns tiros dos barcos aliados que
chegaram, o navio, por precisar de reparos imediatos ou afundaria. Teimoso, navegou em direção as águas hóstis de Puerto Rico. Grey não deixaria isso acontecer. A vida dele acabaria aquele dia. O primeiro barco da frota aliada a alcançar Alex73 tinha 70 canhões em perfeito estado que estraçalhou o encouraçado de Black Gun ao meio. A destruição foi tamanha que não sobrou um pedaço de madeira sequer para contar história. Nem um pedaço de seu interior ou seus homens sobreviveu ao acontecido. A última expressão de Alex73 soou como um alívio prazeroso para Grey, que estava satisfeito por estar em um clã tão unido como este. Na verdade, a única coisa encontrada daquela batalha foi a perna de madeira de Alex.
Os mosqueteiros voltaram para casa aquela noite e celebraram a extinção de uma das frotas mais notórias da história dos piratas. Grey e Lexbell receberam medalhas por honra pelo feito e uma promoção por tornar o caminho a Puerto Rico mais seguro para todos.
Todas as informações contidas aqui são mérito de GreyLegend, um usuário do MMOG Dogs of the Seas que, misturando um pouco de ficção, demonstrou como foi o seu primeiro mês de aventura pelos 7 mares, entre pilhagens, comércios e batalhas sangrentas.