CRYSIS primeira pessoa na totalidade
CRYSIS
Reformular as regras dos jogos em primeira pessoa. Objetivo exagerado? Não para Crysis. O game se passa no ano de 2020. Uma equipe de escavação arqueológica é capturada por forças norte-coreanas. A equipe da E.U Special Forces é enviada para investigar e,obviamente, resgatar os estudiosos. Desde o lançamento das primeiras imagens do jogo, há 18 meses, existe um desejo de saber se os gráficos e recursos visuais seriam efetivamente tão próximos da realidade. E a resposta é sim, parecendo um cinema com controle sobre os personagens do que um game.
Os ambientes dos jogos são grandiososo e belos. É possível evitar a abordagem de grande companhias inimigas seguindo o mapa ou entrar nas batalhas de corpo e alma, sem a menor preocupação com a estratégia. A mesma dúvida surge em uma infiltração: usar o portão da frente ou encontrar uma entrada menos trabalhosa?
Crysis prima pelo raciocínio rápido. O jogador sente-se como um super-herói. Porém, não invencível. O manuseio das armas aproxima-se da realidade, e as batalhas são verdadeiras epopéias. É impossível prever o desfecho de um confronto, porque há uma série de possibilidades dentro da luta, como, por exemplo, um galho de uma árvore atingir a sua cabeça, após receber uma saraivada de balas. A inteligência artificial também é extremamente positiva, fazendo com que o jogo se torne interessante até mesmo depois de concluir missões.
Atingir um inimigo a longa distância é um desafio incrível. As armas possuem “recoil”, que dificulta a manutenção da mira enquanto o dedo segue apertando o gatilho. Os adversários possuem coletes e não são derrubados automaticamente, a não ser com perfeitos “headshots”. O game abre a possibilidade de acrescentar equipamentos as armas, como miras e silenciadores, desde que sejam encontrados no campo de batalha. E ainda: o uso de tanques e veículos encontrados durante a guerra estão totalmente liberados, sendo possível sair do veículo para batalhas corpo-a-corpo.
No entanto a história não se atém, apenas, a batalha contra os norte-coreanos, o jogo ainda inclui na história uma passagem por naves alienígenas e “passeios” por paisagens frias e escuras do mundo extraterrestre.
DELTA
Além do Single Player, que dura entre 8 a 10 horas, o game possui uma forma muito divertida de jogar, conhecida como “Delta”. Os níveis de dificuldade são aumentados. É preciso observar se as granadas estão prontas para serem usadas, os danos são maiores e a regeneração é mais lenta. E ainda: os soldados norte-coreanos falam sua língua natal. Ou seja, se você desconhecer a língua coreana, não tem conhecimento dos planos inimigos.
No modo Multiplayer, podem participar até 32 jogadores simultaneamente, sendo 16 em cada lado. O objetivo é o mesmo dos jogos de primeira pessoa: excluir o adversário. Mas, para isso ocorrer, é necessário invadir a base de controle da outra equipe e construir armamento alienígena. O seu personagem ganha mais dinheiro para melhorar o armamento quando bate adversários ou quando auxilia no objetivo primordial da equipe.
Crysis leva os jogadores ao ápice da jogabilidade, representando a primeira pessoa em sua totalidade.



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