Desde seu lançamento, a série Grand Theft Auto, mais conhecida como GTA, foi celebrada por fãs de videogames, criticada pelos pais e até estudada por universidades.
Mais do que qualquer outro jogo, GTA consegue tirar fortes emoções de muitas pessoas, muitas delas não acostumadas com o mundo dos jogos eletrônicos.
Um antigo candidato à presidência dos EUA, Joe Liberman, fez da luta contra GTA sua bandeira, exigindo o fim da série e chamando-a de “horrenda”. Enquanto isso, professores de universidades respeitadas, encontram um valor único neste jogo e em outros do gênero, e acreditam que eles ensinam aos seres humanos um senso de “escolha e conseqüência”.
Mas o que realmente impressiona é como a combinação de popularidade e um conteúdo abrupto, fizeram de Grand Theft Auto um objeto de estudo para debates sobre violência nos games.
Graças à publicidade (positiva ou não) gerada pelo conteúdo controverso do jogo, a franquia é uma das mais reconhecidas marcas no mercado. Mas toda esta atenção não é de graça, os jogos são realmente inovadores e excelentes, sempre recebem boas críticas e vendem como água.
Suas últimas edições ganharam numerosos prêmios, e venderam milhões de cópias cada uma. O que aconteceu no dia do lançamento de Grand Theft Auto: San Andreas foi uma comoção: gamers do mundo todo amontoavam-se nas portas da lojas para conseguirem suas cópias.
Não é a toa que o novo GTA IV já desperta boas expectativas do público desde o dia em que foi divulgado que ele seria produzido.
É difícil acreditar que um game que se tornou um ícone da indústria dos videogames começou com uma versão 2D com gráficos e áudio primitivos. Na verdade, a versão original de GTA não conseguiu nem chamar a atenção dos críticos, foi só em sua terceira versão que a franquia alcançou um status de ícone pop. E de lá em diante, o game praticamente não parou mais de surpreender.
Agora resta esperar pela versão que promete surpreender quem já viu de tudo: GTA IV.