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Daniel Fonseca - 26/05/2008 15:30


Se você já experimentou 10 minutos de qualquer pedaço de Haze, certamente você já se
convenceu de que o título é simplesmente fantástico. Mas como 10 minutos é muito pouco, é
melhor você jogar um pouquinho mais pra ter certeza.

A inteligência artificial do título, misturado com uma ação deslumbrante, parece fazer de Haze um dos games de tiro mais autênticos e criativos lançados para o Playstation III. Infelizmente nem tudo é oque parece ser!

Haze foi desenvolvido pela aclamada equipe Free Radical, cujos muitos empregados estão trabalhando atualmente em games como: GoldenEye 007 e Perfect Dark.

 

TUDO COMEÇA QUANDO...

 A história do game é voltada ao personagem Shane Carpenter, um jovem soldado, que juntamente com
o resto de sua equipe, é enviado para a Região da América do Sul.

Nosso jovem soldado é especializado em um tipo de suplemento chamado de néctar. Assim como resto de sua equipe, Shane é enviado a esta região para pacificar uma guerra iniciada por um grupo de militantes rebeldes.

No entanto, Shane começa a desconfiar de sua missão, e rapidamente ele se vê instigado e decidido a encontrar a verdade por trás do conflito envolvendo os rebeldes.  

O game é feito de belos gráficos, e uma boa jogabilidade. No entanto, a falta de ritmo no
título faz com que o jogador se sinta um tanto quanto desmotivado a prosseguir, devido a quantidade de acontecimentos inexplicáveis
existentes pelo caminho.

A inteligência artiticial não funciona tão bem quanto deveria. Seus inimigos serão capazes muitas vezes de ignorar seus tiros e até suas granadas, 
menosprezando sua existência completamente!

Se pra você, o mais importante em um game de tiro é qualidade visual e uma jogabilidade mediana, então Haze ainda é uma boa opção de entretenimento.