PARTE I: Vale burlar a censura
Mass Effect
Mass Effect já nasceu polêmico. Em Cingapura, o game foi proibido e, logo em seguida, liberado, devido à cenas de lesbianismo entre humanos e extraterrestres. Como solução, o país colocou o conteúdo do game como inadequado para menores de 18 anos. Fugindo das polêmicas, o game, desenvolvido pela Bio Ware, traz uma história incrivelmente fascinante, recheada de inserções políticas, contando com personagens de personalidades diversas. A quantidade de detalhes e os pequenos delineamentos tornam o jogo de alta qualidade. Mas, de fato, Mass Effect deve se consagrar pela diversão que proporciona.
A história se passa na galáxia. Você controla o comandante Shepard, um possível salvador do universo. Cada jogador pode personalizar Shepard da maneira que gostar, principalmente no que se refere a aparência física. O psíquico não pode ser tão aprofundado como deveria, mas é um aspecto positivo e interessante. Além dessas configurações, é preciso optar por uma classe (entre seis disponíveis) e pela autobiografia do personagem, que será importante no decorrer do game.
No contexto sócio-cultural, os humanos e a terra não são o centro político do universo. A raça não tem um assento no conselho galático, ou um representante no “Spectre Squad”, uma força especial responsável pela solução de conflitos políticos e militares. Um desses soldados passa a ter atitudes violentas, e o capitão Shepard começa a persegui-lo, visitando mundos aliens, um atrás do outro, e descobrindo a intenção do Spectre ao longo do caminho. O vilão, às vezes, desaparece e fica um longo tempo na penumbra, mas, mesmo assim, a história e o game são excitantes.
Durante as viagens, há uma série de diálogos. A forma das respostas pode adquirir conseqüências favoráveis à vida (ou à morte). Em alguns momentos, respostas diferentes convergem para um mesmo resultado. Em outros, é possível optar se, em sua missão, é estratégico se tornar amigo de um inimigo, realizar um ataque suicida ou explorar uma corporação de executivos, simplesmente por diversão. Ou seja, há controle sobre suas ações no game. Ao contrário de games semelhantes, como “Cavaleiros da Velha República (Knights of Old Republic), as decisões não interferem nas habilidades, apenas nas conseqüências do jogo.
A questão principal se inicia em uma estação espacial chamada Citadel, mas leva o comandante Shepard a uma infinidade de planetas, cada um com características específicas e missões para realizar. Além dos objetivos preponderantes, o jogador pode realizar uma série de missões ao longo da jornada, acrescentando civilizações e aumentando o rol de mapas conhecidos. Há múltiplas regiões a escolher, e, frequentemente, um sistema solar embutido. Quando se cumpre a missão, não há mais criaturas agressivas no planeta, podendo partir para outra jornada.
A história do game é essa! Há, de certa forma, semelhanças com Star Wars e Star Trek, principalmente por relacionar o contexto político de determinadas situações com um game (ou filme) de ficção científica. Assim como os filmes, Mass Effect é um grande game. Saiba mais sobre a jogabilidade e os aspectos positivos e negativos na segunda parte do review.
A história se passa na galáxia. Você controla o comandante Shepard, um possível salvador do universo. Cada jogador pode personalizar Shepard da maneira que gostar, principalmente no que se refere a aparência física. O psíquico não pode ser tão aprofundado como deveria, mas é um aspecto positivo e interessante. Além dessas configurações, é preciso optar por uma classe (entre seis disponíveis) e pela autobiografia do personagem, que será importante no decorrer do game.
No contexto sócio-cultural, os humanos e a terra não são o centro político do universo. A raça não tem um assento no conselho galático, ou um representante no “Spectre Squad”, uma força especial responsável pela solução de conflitos políticos e militares. Um desses soldados passa a ter atitudes violentas, e o capitão Shepard começa a persegui-lo, visitando mundos aliens, um atrás do outro, e descobrindo a intenção do Spectre ao longo do caminho. O vilão, às vezes, desaparece e fica um longo tempo na penumbra, mas, mesmo assim, a história e o game são excitantes.
Durante as viagens, há uma série de diálogos. A forma das respostas pode adquirir conseqüências favoráveis à vida (ou à morte). Em alguns momentos, respostas diferentes convergem para um mesmo resultado. Em outros, é possível optar se, em sua missão, é estratégico se tornar amigo de um inimigo, realizar um ataque suicida ou explorar uma corporação de executivos, simplesmente por diversão. Ou seja, há controle sobre suas ações no game. Ao contrário de games semelhantes, como “Cavaleiros da Velha República (Knights of Old Republic), as decisões não interferem nas habilidades, apenas nas conseqüências do jogo.
A questão principal se inicia em uma estação espacial chamada Citadel, mas leva o comandante Shepard a uma infinidade de planetas, cada um com características específicas e missões para realizar. Além dos objetivos preponderantes, o jogador pode realizar uma série de missões ao longo da jornada, acrescentando civilizações e aumentando o rol de mapas conhecidos. Há múltiplas regiões a escolher, e, frequentemente, um sistema solar embutido. Quando se cumpre a missão, não há mais criaturas agressivas no planeta, podendo partir para outra jornada.
A história do game é essa! Há, de certa forma, semelhanças com Star Wars e Star Trek, principalmente por relacionar o contexto político de determinadas situações com um game (ou filme) de ficção científica. Assim como os filmes, Mass Effect é um grande game. Saiba mais sobre a jogabilidade e os aspectos positivos e negativos na segunda parte do review.
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